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Ordem dos Médicos elogia escolha de Campos Fernandes como coordenar pacto para a saúde

Lusa
24-04-2026 20:49h

A Ordem dos Médicos congratulou-se hoje com a escolha pelo Presidente da República de Adalberto Campos Fernandes para Coordenador do Pacto Estratégico para a Saúde.

“A nomeação é uma escolha que prestigia a Saúde e reforça a ambição de construir uma estratégia nacional sólida, estável e orientada para o interesse público”, afirma, em comunicado, o bastonário da Ordem dos Médicos.

Carlos Cortes acrescenta que o Pacto Estratégico para a Saúde “é uma oportunidade de diálogo para encontrar as respostas adequadas.”

A criação do pacto, assumida como uma prioridade do atual mandato presidencial, representa um compromisso nacional que deverá ser uma abordagem com visão de longo prazo para a Saúde.

No documento, a Ordem dos Médicos considera essencial que o país disponha de uma estratégia integrada, previsível e orientada para a equidade no acesso aos cuidados.

A Ordem dos Médicos aproveitou para lembrar que lançou a iniciativa “Um Rumo para a Saúde”, que visa fazer uma profunda discussão do SNS durante este ano.

O bastonário acrescenta que “a Ordem dos Médicos está totalmente disponível para colaborar de forma ativa e construtiva com o Coordenador do Pacto Estratégico para a Saúde, contribuindo com conhecimento técnico, experiência profissional e compromisso ético”.

“Vivemos um momento que exige responsabilidade, diálogo e capacidade de mobilização de todos os agentes do sistema de saúde”, sublinha.

O Presidente da República escolheu o médico e antigo ministro Adalberto Campos Fernandes para coordenar a construção de um Pacto Estratégico para a Saúde, que propôs na campanha eleitoral para um setor que considera prioritário.

A designação de Adalberto Campos Fernandes foi hoje anunciada através de uma nota no sítio oficial da Presidência da República na Internet.

O chefe de Estado afirma que "a capacidade e o percurso do professor Adalberto Campos Fernandes", médico especialista em saúde pública, que foi ministro da Saúde entre 2015 e 2018, "são garantia bastante de que estará à altura do desafio".

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