O Governo abriu 332 vagas médicas em zonas geográficas carenciadas, que recebem mais incentivos, das quais 109 para médicos de família, 210 para especialidades hospitalares e 13 em Saúde Pública.
Segundo o despacho hoje publicado em Diário da República, assinado pelos ministros das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e da Saúde, Ana Paula Martins, a Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora/Sintra (19 vagas) é a que apresenta o maior numero de vagas para Medicina Geral e Familiar.
Seguem-se a ULS da Região de Leiria (18), a ULS do Arco Ribeirinho (13), a ULS Loures-Odivelas (nove) e a ULS Arrábida (nove).
Nas especialidades hospitalares, a que apresenta maior numero de vagas carenciadas é Anestesiologia (30), seguida de Ginecologia/Obstetrícia (27), Medicina Interna (26), Cirurgia Geral (16), Pediatria (15), Ortopedia (14) e Cardiologia (10).
Na área da Saúde Pública são 13 os postos de trabalho com direito a incentivos.
Em 2025, tinham sido abertas 216 vagas carenciadas para especialidades hospitalares, 97 para Medicina Geral e Familiar e 11 para Saúde Pública.
No despacho, o Governo diz que, não ultrapassando a quota máxima de 332 postos de trabalho, a ministra da Saúde pode realocar vagas, bem como redefinir especialidades ou estabelecimentos de saúde, caso venha a revelar-se necessário.