Um tribunal de primeira instância ordenou hoje a reclusão em hospital psiquiátrico do presumível responsável por um atropelamento massivo em Leipzig, que causou dois mortos.
Em comunicado, o tribunal avança que há indícios de o homem ter atuado devido a problemas de saúde mental.
A procuradoria imputou ao homem, um alemão com 33 anos, dois casos de assassínio e quatro de tentativa de assassínio e solicitou o seu internamento por razões de segurança, dado o perigo de realizar delitos similares.
Segundo a polícia, o homem, na tarde de segunda-feira, entrou com o seu automóvel na zona pedonal da cidade para fazer o atropelamento.
Após atropelar várias pessoas, travou o veículo e deixou-se deter sem resistência.
As mortes respeitam a uma mulher com 63 anos e a um homem com 73, registando-se ainda seis pessoas feridas, duas com gravidade, e outras 80 que precisaram de atenção médica.
O autor do atropelamento tinha acabado de receber alta de um hospital psiquiátrico e tem antecedentes policiais, informou hoje a procuradoria.
Esta acrescentou que a pessoa em causa tinha recebido tratamento num hospital psiquiátrico até 26 de abril, mas não detalhou os motivos da alta, após alguns meios, como o Bild, terem noticiado que tinha sido expulso por comportamento agressivo.