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Maioria do continente com concentrações moderadas a elevadas de pólen na atmosfera

Lusa
18-06-2026 17:40h

A maioria do território continental terá uma concentração moderada a elevada de pólen na atmosfera na próxima semana, em contraste com valores baixos no distrito de Faro e nas regiões autónomas, foi hoje divulgado.

Segundo as previsões da Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica (SPAIC), a maioria do território continental estará, entre sexta-feira e 25 de junho, em risco moderado a elevado de concentração de pólen, sobretudo das árvores oliveira, castanheiro, sobreiro e carvalhos e das ervas gramíneas, tanchagem, quenopódio, bredo, azeda, urtiga e urticáceas (incluindo a parietária).

Em Vila-Real (região de Trás-Os-Montes e Alto Douro) a concentração de pólen no ar irá registar valores de risco elevado, enquanto no Porto (região de Entre Douro e Minho), as previsões apontam para risco moderado a elevado, para mesmas árvores e ervas.

Em risco elevado estará também Coimbra (região da Beira Litoral), assim como Castelo Branco (região da Beira Interior) relativamente às mesmas espécimes.

Já na região de Lisboa e Setúbal, a concentração de pólen na atmosfera estará em risco moderado a elevado, com destaque dos grãos de pólen das árvores oliveira, sobreiro e carvalhos e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).

A região do Alentejo terá uma concentração elevada de pólen na atmosfera para as árvores oliveira, castanheiro, eucalipto e sobreiro e das ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).

Em contrapartida, na região do Algarve as previsões apontam para uma concentração baixa, designadamente dos pólenes das árvores oliveira, castanheiro, sobreiro e carvalhos, mantendo-se as ervas gramíneas, azeda, tanchagem, quenopódio, bredo, urtiga e urticáceas (incluindo a parietária).

Na região autónoma da Madeira, a concentração de pólen na atmosfera será também baixa, mas para as árvores cipreste e eucalipto e das ervas gramíneas, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).

A região autónoma dos Açores terá igualmente uma concentração baixa, mas para as árvores cipreste (e/ou criptoméria), pinheiro, eucalipto e castanheiro e das ervas gramíneas, tanchagem, urtiga e urticáceas (inclui a parietária).

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