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“Inteligência artificial na medicina não é o futuro, é o presente”, defende dermatologista João Maia Silva

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14-05-2026 19:16h

João Maia Silva, médico dermatologista, foi convidado do episódio desta semana de Efeito Placebo, um espaço de opinião do Canal S+ que pode ver todas as terças-feiras, às 21h, na posição 129 da sua box de televisão.

A inteligência artificial já está a transformar a medicina e a forma como as doenças são diagnosticadas, permitindo até antecipar problemas de saúde antes do aparecimento de sintomas. A ideia é defendida por João Maia Silva, no programa Efeito Placebo, do Canal S+, onde o especialista considera que a tecnologia representa uma evolução “maravilhosa” para a prática médica.

Segundo o dermatologista, a evolução destas ferramentas está a abrir caminho a uma medicina mais preventiva e antecipatória. João Maia Silva destaca a possibilidade de identificar sinais de doença ainda numa fase subclínica, antes do aparecimento de sintomas, através da análise de imagens e do apoio da inteligência artificial.

Apesar das vantagens, deixa também um alerta para a forma como estas ferramentas são utilizadas. O médico refere que muitas pessoas procuram informações sobre sintomas em aplicações e plataformas digitais antes de recorrerem a uma consulta, acabando, por vezes, por confiar demasiado nas respostas dadas pela tecnologia.

O dermatologista sublinha que, embora estas ferramentas possam ser úteis como apoio, não devem substituir a avaliação médica. João Maia Silva alerta que confiar cegamente na interpretação feita por aplicações de inteligência artificial pode levar a diagnósticos errados ou atrasar a procura de cuidados de saúde adequados.

As declarações feitas no programa Efeito Placebo, do Canal S+, reforçam o debate sobre o impacto crescente da inteligência artificial na medicina, numa altura em que o setor da saúde procura equilibrar inovação tecnológica com segurança clínica e acompanhamento especializado.

 

 

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