SAÚDE QUE SE VÊ

Mau tempo: Todas as unidades de saúde da Moita com a atividade regularizada

Lusa
06-02-2026 15:22h

Todas as Unidades de Cuidados de Saúde Primários do concelho da Moita estão a funcionar em pleno depois de, na tarde de quinta-feira, terem suspendido a atividade devido às condições meteorológicas, anunciou hoje a Unidade Local de Saúde.

Segundo a Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR), estão já a funcionar as unidades USF Querer Mais, USF Boa Viagem, UCSP Moita, UCSP Alhos Vedros e UCSP Baixa da Banheira.

A ULSAR adianta que a Extensão de Saúde de Canha, no concelho do Montijo, também já está a funcionar em pleno.

A Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho, na qual está integrado o Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro) e o Hospital Distrital do Montijo, tem como área de influência direta os concelhos de Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete, todos no distrito de Setúbal.

Integram a ULSAR os centros de saúde de Alcochete, Barreiro, Quinta da Lomba, Moita, Montijo e Baixa da Banheira.

Na quinta-feira, numa informação divulgada na página oficial na rede social Facebook, a ULSAR explicava que estava suspensa a atividade na USF Querer Mais, no Vale da Amoreira, no concelho da Moita, por estar comprometido o abastecimento de água e, também, por estar previsto o agravamento das condições meteorológicas a partir do meio da tarde.

A ULSAR adiantava que também estavam suspensas as atividades de assistência na extensão de Saúde de Canha, no concelho do Montijo, face ao agravamento das condições meteorológicas e por estar comprometido o abastecimento de energia.

Já no que se refere ao concelho do Barreiro, a ULSAR anunciava que, “devido à situação meteorológica e insegurança estrutural” do edifício, está suspensa a atividade na USF Ribeirinha, situação que ainda não foi restabelecida.

A Câmara Municipal da Moita, no distrito de Setúbal, ativou na quinta-feira o Plano Municipal de Emergência na sequência do alerta vermelho emitido pela Proteção Civil para a bacia do Tejo, devido à subida abrupta do caudal do rio.

Como forma de prevenção, escolas e equipamentos municipais estarão encerrados hoje.

Os serviços públicos considerados não essenciais estarão, também, encerrados.

Treze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também centenas de feridos e desalojados, corte de energia, água e comunicações.

Na quinta-feira, o Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro, abrangendo 68 concelhos, e anunciou novas medidas, entre as quais um regime excecional e experimental para acelerar a reparação urgente e reconstrução de casas, sem controlo administrativo prévio.

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