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Urgências do Santa Maria transitam para novos sistemas e reforçam equipas no sábado

Lusa
06-11-2026 18:08h

A Unidade Local de Saúde Santa Maria (ULSSM) reforçou as equipas escaladas para as urgências no sábado, na sequência da implementação de novos sistemas de informação, mas garantiu que esses serviços estarão em “pleno funcionamento”.

“A ULSSM vai ter as três urgências em pleno funcionamento e tudo fará para que os utentes não sintam o impacto desta atualização” tecnológica, adiantou à Lusa fonte da unidade de saúde, pedindo a “colaboração e compreensão” enquanto decorrer o processo de modernização.

Em causa está a transição para os dois sistemas já utilizados na maioria das unidades do Serviço Nacional de Saúde (SNS) – o SONHO V2 e o SClínico - uma plataforma integrada que permite o alinhamento das vertentes clínica e administrativa num único ecossistema digital.

“Nesta primeira fase, iremos arrancar de forma focada no módulo de urgências – serviço de urgência central, urgência de pediatria e urgência de obstetrícia e ginecologia -, garantindo uma transição progressiva, segura e com todo o apoio de que as equipas necessitam”, adiantou a ULSSM.

Referiu ainda que, para que a mudança tenha o menor impacto possível na habitual resposta aos utentes nas três urgências, que continuarão abertas e a garantir cuidados à população, a ULSSM reforçou as suas equipas escaladas para sábado.

“A transição será acompanhada de perto pelos serviços de apoio à sua implementação, seguindo a planificação e processos implementados em estreita ligação” aos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS), a entidade que gere os sistemas de informação e as infraestruturas tecnológicas do SNS.

A unidade de saúde salientou também que a transição tecnológica “não é apenas uma mudança de `software´", uma vez que representa um avanço para permitir menos burocracia, libertando tempo para a prestação de cuidados os utentes, assim como processo de admissão e de alta mais rápidos.

Além disso, vai assegurar uma gestão integrada da informação clínica, que permitirá “decisões clínicas mais rápidas, fundamentadas e seguras”, e reforçar o trabalho em rede e a interoperabilidade com as restantes plataformas do SNS, referiu.

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