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Mongólia reforça vigilância sanitária após morte em instituto russo

Lusa
07-10-2026 15:26h

As autoridades da Mongólia reforçaram hoje a vigilância sanitária na fronteira com a Rússia após a morte de uma técnica de laboratório de um instituto russo que estuda a peste, apesar de considerarem baixo o risco.

"Embora o risco seja baixo, o Ministério da Saúde deu instruções aos organismos competentes para adotarem medidas de precaução e manterem uma vigilância e acompanhamento contínuos para prevenir potenciais riscos", anunciou o Governo da Mongólia, país vizinho da Rússia, em comunicado.

As autoridades informaram que estão a ser aplicadas "medidas de vigilância e acompanhamento sanitário na fronteira", embora as operações fronteiriças continuem a decorrer normalmente.

Os serviços de saúde da Mongólia contactaram o Instituto de Luta contra a Peste de Irkutsk, na Sibéria, onde morreu uma técnica de laboratório, segundo informações divulgadas pelos meios de comunicação russos.

As autoridades russas informaram os responsáveis mongóis de que não foi confirmado qualquer caso de peste, segundo o Ministério da Saúde da Mongólia.

Os serviços de saúde e as autoridades aduaneiras mongóis realizaram uma avaliação rápida do risco para o país e concluíram que é baixo.

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