A direção executiva do Serviço Nacional de Saúde (SNS) admitiu que é impossível acabar com a lista de espera para ter médico de família. Na passada sexta-feira, no programa Check-Up, o médico obstetra e professor catedrático de Ética Médica, Miguel Oliveira da Silva, defendeu que o alargamento de competências à enfermagem não deve ficar-se pela vigilância da gravidez de baixo risco.
A solução para fazer chegar os cuidados de saúde a quem deles precisa passa por uma autêntica "revolução corporativa". O diretor executivo do SNS, Álvaro Almeida, afirmou no Parlamento que não vai ser possível eliminar as listas de espera e os utentes sem médico de família, contrariando duas promessas de relevo do Governo para a Saúde.
Em declarações ao programa Check-Up, Miguel Oliveira da Silva, professor catedrático de Ética Médica e médico obstetra, considera promovido um pacto de regime, o que implica uma "revolução corporativa".
O programa Check-Up faz todas as semanas a análise da atualidade da saúde, com moderação da jornalista Vera Arreigoso.
À sexta-feira, pelas 22h, no Canal S+, na posição 129 da sua box de televisão.